sexta-feira, 24 de outubro de 2008

"Quando eu cheguei tudo estava virado..."

A essa altura, a única coisa que eu sei é do título desse texto e da minha estranha vontade de escrever. É que tá tudo assim, meio virado mesmo...meio confuso e novo. De repente o desamparo e a liberdade se confundem numa melodia frenetica e o meu coração comprime e explode, em compassos alterados. É algo entre o nada e o tudo, entre o sentido oculto e o sentido algum, entre o ser e o não ser. É puramente existencial, delicado, e aprisionante. Meus horizontes são curtos, e não consigo sair de mim. Toda sensação é particular e privada. O sentimento alheio não interessa, mas me afeta, afeta muito! E então me vejo imersa nessa incerteza sem nome, estranhamente ruim e estranhamente boa...

Acho que é assim: Eu achei meu foco, mas perdi o resto.

Tenho vontade de amores sobrehumanos: Saudades de Deus.

Realmente, acho que essa linguagem antitética já está ultrapassada. A gente precisa realmente aprender a captar as entrelinhas.

Música de Fundo: A Menina Dança - Novos Baianos

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